terça-feira, 8 de maio de 2018

1º de Maio - São Filipe, apóstolo.

 
 
 
Filipe significa "ponta de lâmpada" ou "ponta das mãos", ou vem de philos, "amor", e uper, "acima", portanto "amante das coisas superiores". Por "ponta de lâmpada" entende-se sua luminosa pregação, por "ponta das mãos" suas constantes boas obras, por "amante das coisas superiores" sua contemplação celeste.
 
Depois de ter pregado vinte anos na Cítia¹, o apóstolo Filipe foi aprisionado pelos pagãos, que quiseram forçá-lo a sacrificar diante de uma estátua de Marte. Mas, no mesmo instante, de seu pedestal saiu um dragão que matou o filho do pontífice que cuidava do fogo do sacrifício, bem como dois tribunos cujos soldados levavam Filipe acorrentado, além de, com seu bafo, ter envenenado todos os demais presentes. Filipe disse: "Creiam-me, quebrem esta estátua e em seu lugar adorem a cruz do Senhor, que os envenenados sararão e os mortos ressuscitarão". Mas os que tinham ficado doentes gritavam: "Cure-nos que depois quebraremos a estátua de Marte". Filipe então mandou que o dragão fosse para o deserto², onde não incomodaria mais ninguém, e ele imediatamente se retirou. Em seguida Filipe curou todos e ressuscitou os três mortos.
Todos os que estavam ali se converteram, e durante um ano Filipe pregou para eles e, depois de ter ordenado padres e diáconos, foi para a Ásia, para a cidade de Hierápolis. Nesta eliminou a heresia dos ebionitas³, cujo dogma dizia que Cristo havia assumido uma carne fantástica, irreal. Estavam com ele suas duas filhas, virgens santíssimas, por meio das quais o Senhor converteu muita gente à fé. Quanto a Filipe, sete dias antes da sua morte convocou bispos e padres e disse-lhes: "O Senhor concedeu-me sete dias para aconselhá-los". Tinha então 87 anos. Depois disso, os infiéis capturaram-no e pregaram-no na cruz, como o mestre que ele apregoava, e dessa forma completou sua vida e migrou feliz para  o Senhor. A seu lado foram sepultadas suas duas filhas, uma à direita, outra à esquerda.
Eis o que ISIDORO diz de Filipe no Livro da vida, do nascimento e da morte dos santos: "Filipe pregou Cristo aos gauleses e aos seus vizinhos bárbaros que estavam nas trevas, cercados por um oceano de erros, e com a luz da ciência conduziu-os ao porto da fé. Em Hierápolis, cidade da província da Frígia, morreu lapidado e crucificado e ali repousa com suas filhas". Assim escreveu Isidoro.
Houve outro Filipe, que foi um dos sete diáconos, e sobre o qual diz Jerônimo em seu Martirológico que depois de muitos milagres e prodígios morreu em Cesaréia no dia 8 de julho. Ao seu lado foram enterradas três de suas filhas, enquanto uma quarta repousa em Éfeso. O primeiro Filipe é diferente deste, pois foi apóstolo, e o outro, diácono. Aquele repousa em Hierápolis, este em Cesareía, aquele teve duas filhas profetisas, o outro quatro, embora a HISTÓRIA ECLESIÁSTICA pareça dizer que foi o apóstolo Filipe quem teve quatro filhas profetisas. Mas é melhor confiar em Jerônimo.
 
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1. Conforme nota 4 do capítulo 2, Cítia era o nome dado na Antiguidade à região entre o norte do mar Negro e o mar de Aral, ou seja, correspondente aos atuais territórios de várias repúblicas do sudeste da ex- União Soviética.
2. Conforme nota 1 do capítulo 15.
3. Entre os primeiros judeus convertidos ao cristianismo, os ebionitas ("pobres") eram aqueles ainda muito apegados às tradições judaicas e que não aceitavam por isso que se levasse a Nova Lei aos gentios. Esse grupo herético desapareceu no século V diante da conversão maciça de diferentes populações ao cristianismo.
 
 
 
Legenda Áurea - Vida dos Santos, Jacopo de Varazze, pg 401-02.
 
 

sábado, 5 de maio de 2018

Catecismo - Undécimo artigo: Creio na ressurreição da carne

 
 
1. Este artigo nos ensina que, no fim do mundo, todos os homens hão de ressuscitar tomando cada um o mesmo corpo que antes tinha.
2. Isso é possível pela onipotência divina, à qual nada é impossível.
3. Dizemos a ressurreição da carne e não do homem todo, para denotar que a alma não morre, mas só o corpo, e por isso deve ressurgir somente a carne.
4. Os corpos hão de ressuscitar para terem parte no prêmio ou na pena, já que tiveram parte no bem ou no mal durante a vida.
5. Todos os homens ressuscitarão, tanto os bons como os maus, mas com esta diferença: que os escolhidos terão os dotes dos corpos gloriosos, e não assim os réprobos.
6. Os dotes dos corpos gloriosos são: a impassibilidade, que é a isenção de toda a dor e miséria; a claridade, que é o resplendor da alma redundando no corpo; a agilidade, que é a isenção do peso que hoje subjuga o corpo; a sutileza que designa a perfeita submissão do corpo ao comando da alma.
7. Os corpos dos réprobos não terão esses dotes e serão susceptíveis de toda espécie de sofrimentos.
8. A ressurreição será no fim do mundo, antes do juízo final. Ouvida a sentença do juízo final, os ressuscitados hão de ficar no mesmo lugar onde Deus os colocar, os bons na bem aventurança eterna m companhia de Jesus Cristo e dos Anjos; os réprobos, no inferno para sempre em companhia dos demônios.
9. Milagre de Jesus ressuscitando a Lázaro, no evangelho de São João: Estava enfermo um homem chamado Lázaro, que era da aldeia de Bethânia, onde viviam Maria e Marta, suas irmãs. Mandaram pois suas irmãs dizer a Jesus: Senhor, está enfermo aquele que tu amas. Ouvindo isto Jesus, disse-lhes: Esta enfermidade não se encaminha a morrer, mas a dar glória a Deus, para o Filho de Deus ser glorificado por ela. Ora Jesus amava a Marta, e a sua irmã Maria, e a Lázaro. Tendo ouvido pois que Lázaro estava enfermo deixou-se ficar ainda dois dias no mesmo lugar. Passado isto, disse a seus discípulos: Tornemos outra vez para a Judeia. Disseram-lhe os discípulos: Mestre, ainda agora te queriam apedrejar os Judeus e tu vais outra vez para lá? Respondeu-lhes Jesus: Não são doze as horas do dia? Aquele que caminhar de dia não tropeça, porque vê a luz deste mundo; porém o que andar de noite tropeça, porque lhe falta luz. Depois lhes disse: Nosso amigo Lázaro dorme, mas eu vou despertá-lo do sono. Disseram-lhe então os discípulos: Senhor, se ele dorme, está são. Mas Jesus tinha falado da sua morte, e eles entenderam que falava do dormir do sono. Disse-lhes pois Jesus abertamente: Lázaro é morto, e eu por amor de vós folgo de me não ter achado lá para que creiais; mas vamos a ele. Chegou enfim Jesus e achou que Lázaro estava na sepultura havia já quatro dias. (Estava Bethânia em distância de Jerusalém perto de quinze estádios.) Muitos dos Judeus tinham vindo a Marta e a Maria para as consolarem na morte de seu irmão. Marta, quando ouviu que vinha Jesus, saiu a recebe-lo, e Maria ficou em casa. Disse então Marta a Jesus: Se tu houvesse estado aqui, não morrera o meu irmão. Mas também sei agora que tudo o que pedires a Deus, Deus o concederá. Respondeu Jesus: Teu irmão há de ressurgir. Disse-lhe Marta: Eu sei que ele há de ressurgir na ressurreição do último dia. Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; o que crê em mim ainda que esteja morto, viverá, e tudo o que vive e crê em mim não morrerá eternamente. Crês isso? Ela lhe disse: Sim, Senhor, eu já estou na crença que tu és o Cristo Filho de Deus vivo. Retirou-se então Marta, e foi chamar a sua irmã a quem disse: Chegou o Mestre e te chama. Ela ouvindo isso, levantou-se logo e foi busca-lo, porque ainda Jesus não tinha entrado, mas estava no lugar onde encontrou Marta... Maria assim que o viu, lançou-se aos seus pés e disse: Senhor, se tu houveras estado aqui, não morrera meu irmão. Jesus porém, quando a viu chorar a ela e aos Judeus que a acompanhavam, bramiu em seu espírito e turbou-se a si mesmo, e perguntou: Onde o pusestes? Responderam-lhe: Senhor, vem e vê. Então chorou Jesus. Disseram então os Judeus: Vejam como ele o amava. Mas alguns disseram: Este que abriu os olhos do cego de nascença, não podia fazer que Lázaro não morresse? Jesus pois veio ao sepulcro que era uma gruta, e em cima dela se havia posto uma campa. Disse-lhe Jesus: Tirai a campa. Respondeu Marta: Senhor, ele já cheira mal, porque já é de quatro dias. Disse-lhe Jesus: Não te disse eu, que se tu creres, verás a glória de Deus? Tiraram pois a campa, e Jesus, levantando os olhos ao céu, disse: Pai, eu te dou graças porque me tens ouvido. Eu bem sabia que tu sempre me ouves, mas falei assim para atender ao povo que está em roda de mim, para que eles creiam que tu me enviaste. Dito isto, bradou em alta voz: Lázaro, sai para fora. E no mesmo instante saiu o que estava morto, ligados os pés e mãos com as ataduras, e o seu rosto estava envolto num lenço. Disse Jesus aos circunstantes: Desatai-o e deixai-o. Muitos dos Judeus... que tinham presenciado o que fizera Jesus, creram nele.   
 
 
Fonte da imagem: http://www.sendarium.com
Texto: Catecismo Ilustrado, 1910 (com pequenas alterações devido à mudança ortográfica).
Edição da Juventude Católica de Lisboa.
 

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Catecismo - Décimo artigo: Creio na remissão dos pecados


1. Cremos por este artigo: 1. que podemos alcançar de Deus a remissão de nossos pecados; 2. que Jesus Cristo deixou na sua Igreja remédio para perdoar toda a sorte de pecado.
2. Podemos alcançar o perdão de todos os pecados, por muito graves e enormes que sejam.
3. Deus perdoa os pecados por meio dos ministros da Igreja a quem Jesus Cristo conferiu esse poder. Esses ministros são os bispos e os sacerdotes.
4. Recebemos o perdão dos pecados principalmente pelos sacramentos do Batismo e da penitência. O pecado original nos é perdoado pelo Batismo, e os pecados mortais pelo sacramento da Penitência, e também pela contrição perfeita acompanhada do voto de nos confessarmos.
5. Os pecados veniais podem ser perdoados sem o ministério exterior da Igreja; além dos sacramentos, as orações, as esmolas e outras boas podem obter a remissão deles.
6. Os pecados são perdoados pelos merecimentos de Jesus Cristo.
7. O benefício da remissão dos pecados é uma obra não inferior à criação do mundo, e no ressuscitar dos mortos.
8. Só Deus é que pode perdoar os pecados. Sendo Jesus Cristo Deus, tinha também aquele poder; tinha-o também como homem, porque a natureza humana estava unida nele à divindade, e vemos no Evangelho que usou muitas vezes daquele poder. Como primeiro exemplo está a cura do paralítico. Um dia que Jesus estava em Cafarnaum, vieram a ele trazendo um paralítico conduzido por quatro às costas, e como não pudessem colocá-lo diante por ser muita a gente, destelharam a casa onde estava, e tendo feito uma abertura, arriaram o leito onde jazia o paralítico. E quando Jesus viu a fé deles, disse ao paralítico: Filho, perdoados te são os teus pecados. E estavam ali assentados alguns dos Escribas que lá nos seus corações estavam dizendo: Como fala assim este homem? Ele diz uma blasfêmia. Quem pode perdoar pecados senão só Deus? Jesus conhecendo logo no seu espírito o que eles pensavam desta maneira dentro de si, lhes disse: Porque estais vós pensando isso dentro de vossos corações? Qual é mais fácil: dizer ao paralítico: os teus pecados te são perdoados; ou dizer: Levanta-te, toma o teu leito e anda? Ora, para que saibais que o Filho do homem tem na terra poder de perdoar pecados (disse ao paralítico) a ti te digo: Levanta-te, toma o teu leito, e anda. E no mesmo ponto, ele se levantou, e tomando o seu leito, se foi à vista de todos, de maneira que se admiraram todos e louvaram a Deus dizendo: Nunca tal vimos. (Marcos II, 3-13).
9. Na sua infinita bondade Nosso Senhor comunicou esse poder a Pedro, e, no dia mesmo da sua ressurreição, a todos os Apóstolos, e por eles a todos seus sucessores legítimos.
Veio Jesus pelas partes da Cesárea de Filipe e fez a seus discípulos esta pergunta dizendo: Quem dizem os homens que é o Filho do homem? E eles responderam: Uns dizem que João Batista, outros que Elias, outros que Jeremias ou algum dos profetas. Disse-lhes Jesus: E vós quem dizeis que sou eu? Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo. E respondendo Jesus, lhe disse: Bem aventurado és, Simão, filho de João, porque não foi a carne nem o sangue que te revelou, mas sim meu Pai que está nos céus. E também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também nos céus. (Mt XVI, 13-19).
Na tarde deste mesmo dia (da ressurreição) e estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se achavam juntos, por medo que tinham dos Judeus, veio Jesus e colocou-se em pé no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco. E dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Alegraram-se pois os discípulos de terem visto a Jesus. E ele lhes disse segunda vez: Paz seja convosco. Assim como o Pai me enviou a mim, também eu vos envio a vós. Tendo dito estas palavras, assoprou sobre eles, e disse-lhes: Recebei o Espírito Santo; aos que vós perdoardes os pecados, ser-lhe-ão eles perdoados; e aos que vós os retiverdes ser-lhes-ão eles retidos. (João XX, 19-23).


Explicação da gravura

10. A gravura representa a São Pedro recebendo de Nosso Senhor as chaves, como o poder de fechar e de abrir, de ligar e de desatar, isto é, de perdoar ou não os pecados.





Fonte da imagem: http://www.sendarium.com
Texto: Catecismo Ilustrado, 1910 (com pequenas alterações devido à mudança ortográfica).
Edição da Juventude Católica de Lisboa.

terça-feira, 10 de abril de 2018

Catecismo - 9º Artigo (continuação): Na comunicação dos santos


1. Estas palavras: creio na comunicação dos santos, significam que os bens espirituais da Igreja são comuns a todos os seus membros unidos entre si como os membros de uma mesma família ou de um mesmo corpo.
2. A palavra comunicação quer dizer aqui comunidade. Assim como há comunidade de bens entre todos os membros de uma mesma família, assim também há na Igreja comunidade de bens espirituais entre todos aqueles que a compõem.
3. Dá-se o nome de santos, não só aos bem-aventurados que estão no céu e às almas do purgatório, como ainda aos fiéis da terra, porque foram santificados pelo batismo e são chamados a viver uma vida santa.
4. Os bens espirituais da Igreja são: os merecimentos de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Santíssima Virgem e dos santos, os sacramentos, o santo sacrifício da missa, as orações e as boas obras.
5. A comunicação dos santos não existe apenas entre os fiéis que vivem sobre a terra, mas ainda entre a Igreja triunfante, a Igreja militante e a Igreja padecente.
6. A Igreja triunfante é a reunião dos santos que triunfam com Jesus Cristo no céu.
7. A Igreja militante é a reunião dos fiéis que combatem na terra contra os inimigos da salvação.
8. A Igreja padecente é a reunião das almas dos justos que acabam de expiar as suas culpas antes de entrar no céu.
9. O purgatório é este lugar de sofrimentos onde as almas dos justos acabam de expiar as suas culpas antes de entrar no céu.
10. Estão no purgatório aqueles que morreram em estado de graça, não se achando todavia completamente isentos de pecados veniais ou que não satisfizeram ainda inteiramente a Justiça de Deus.
11. A existência do purgatório é certa. Com efeito Jesus Cristo diz no Evangelho que as blasfêmias contra o Espírito Santo não serão perdoados neste mundo nem no outro. Nosso Senhor dá-nos assim a entender que outros pecados serão perdoados depois desta vida. Ora, não o podem ser no céu, onde não entra o pecado, nem no inferno, onde não há perdão. Portanto serão no purgatório.
12. Estamos em comunicação com os santos que estão no céu enquanto oramos por eles, e eles intercedem por nós.
13. Estamos em comunicação com as almas do purgatório, enquanto as aliviamos com as nossas orações, as nossas boas obras, pelas indulgências e sobretudo pelo santo sacrifício da missa.
14. As orações que ordinariamente se rezam para as almas do purgatório são: o ofício dos mortos, o salmo De profundis, e a invocação: que as almas dos fiéis defuntos descanse em paz pela misericórdia de Deus.
15. Os fiéis da terra estão em comunicação entre si enquanto cada um deles aproveita das orações e boas obras que se fazem em toda a Igreja.
16. Nem todos participamos destes bens no mesmo grau, que é maior ou menor segundo os nossos merecimentos.
17. Os próprios pecadores tem uma qualquer parte nesta comunicação de bens espirituais, de que lhes  advêm graças que podem aproveitar para se converterem.
18. Não participam de modo algum dos bens espirituais da Igreja aqueles que não são membros dela, como os hereges, cismáticos, e excomungados.
19. Por estas palavras: Fora da Igreja não há salvação devemos entender que é absolutamente impossível a salvação àqueles que voluntariamente e de má fé se conservam fora da verdadeira Igreja.

Explicação da gravura

20. Representa esta gravura a comunicação dos santos, na multidão dos santos e dos anjos que estão no céu, nos fiéis da terra e nas almas do purgatório.
21. Na parte superior da gravura os Anjos e os santos adoram as três pessoas da Santíssima Trindade, rogando-lhes pelos fiéis que vivem sobre a terra.
22. Ao centro, estes fiéis assistem ao santo sacrifício da missa, invocando os santos do céu, orando uns pelos outros e pedindo a libertação das almas do purgatório.
23. O plano inferior representa o purgatório. As águas refrescantes que os dois anjos derramam sobre as almas simbolizam o alívio que se lhes obtém pelo santo sacrifício da missa.



Fonte da imagem: http://www.sendarium.com
Texto: Catecismo Ilustrado, 1910 (com pequenas alterações devido à mudança ortográfica).
Edição da Juventude Católica de Lisboa.